sexta-feira, 15 de abril de 2011

Quedas d'águas no meio do mato

Ao chegar pela manhã em Três Barras conversamos com os moradores para solicitar uma visita ao local do mato onde se encontra a queda d’água. Durante trinta minutos de caminhada passamos por uma lavoura de milho e outra de mandioca. Adiante, cruzamos por um plantio de porongos. Era Janeiro, época em que as copas das canafístulas tornam-se amarelas, e a floração deixa o açoita-cavalo mais róseo. Ficamos sabendo da presença de bugios na região, porque ouvimos seus fortes roncos vindos de um morro coberto de vegetação nativa.

As macelas deixaram os campos mais amarelos e cheirosos. Era Abril quando viajamos para São Martinho da Serra. Procuramos nos informar com pessoas da cidade sobre o caminho que deveríamos seguir . Então, caminhamos pelo campo, às margens de um riacho perto da cidade, até encontrar o mato nativo. Ali ouvimos o som da queda d’água no topo escarpado da Cascata Lava-pé. Em Março de 1997, fomos a região pela primeira vez, e andamos a montante pelo leito rochoso do rio até chegar em frente a Cascata.

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